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Orofacial #70 – Traumas Dentários e Fraturas de Dentes

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 Traumas Dentários e Fraturas de Dentes 

 

Entusiasta e Amante da Saúde e Estética dos Dentes Perfeitos. Dedica muito de sua vida para ensinar às pessoas os seus conhecimentos de saúde para que elas mantenham a saúde de seus dentes, gengivas, boca e rosto. Eu Acredito Que o Conhecimento Pode Transformar a Vida de Uma Pessoa. Faço Este Blog para Poder Levar Tudo o que Aprendi em Minha Vida às Pessoas, Melhorando Assim a Sua Saúde, Estética, Bem-Estar e Auto-Estima.

5 Comments to Orofacial #70 – Traumas Dentários e Fraturas de Dentes

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  1. Paulo Wagner Campanele

    Bom dia Wagner tudo bem?

    Eu tenho dúvidas sobre os materiais que são aplicados para reparo dos dentes.

    Constantemente vou ao dentista para reparos e já sei que pela falta de dentes que tenho na boca (fundo) gera uma certa sobrecarga nas demais estruturas ‘dentes’.

    Existe diferença entre materiais ‘brancos’ aplicados nos dentes para reparo?

    Qual o material mais indicado para estes reparos nos dentes do ponto de vista de estética, resistência a compor com eficácia?

    • Paulo, muito grato pela sua pergunta.
      São perguntas deste perfil que me relembram a importância do Projeto Orofacial, isto é, levar informações sobre saúde às pessoas a fim de que elas tenham substrato de conhecimento e de técnica para cuidarem de sua saúde de dentes e gengivas, bem como de sua face.

      Vamos à sua pergunta: qual o melhor material para restaurar os dentes posteriores (os detrás) sob o ponto de vista da resistência e estética?

      Primeiramente, Paulo, devo dizer que ainda não inventaram um material que substitua o dente natural…daí a importância da prevenção à perda de estruturas do dente devido a cáries ou fraturas.

      Por outro lado, quando já se houve a perda de estrutura do dente posterior natural, qual material restaurador deve-se utilizar?

      A resposta irá depender do grau de perda de estrutura dental.

      Caso a perda seja pequena ou mínima, pode-se lancar-mao de resinas compostas de última geração, as quais possuem uma grande porcentagem de partículas de nanopartículas, conferindo boa resistência e estética.

      Quando a perda de estrutura dental é mais ampla, há contra-indicacao do uso de resinas compostas.
      Nestes casos, pode-se optrar por coroas parciais (chamadas de inlay ou onlay).
      A fim de se conciliar a estética e a função, pode-se utilizar nestas coroas parciais, os materiais cerâmicos de última geração, desde que realizados com grande rigor técnico.

      Caso o fator estético não seja significativo, pode-se optar por coroas parciais em metal, especialmente os nobres, devido à sua melhor adaptação no dente.

      Por fim, caso a perda seja muito ampla, abrangendo toda ou quase toda a coroa do dente, pode-se optar por coroas totais ou pivôs (isto é, coroa associada a um pino dentro da raíz).
      No caso de coroas totais ou pivôs, os critérios de escolha dos materiais são os mesmos dos utilizados para coroas parciais.

      Paulo, veja mais o que são coroas parciais ou totais em
      http://www.orofacial.com.br/orofacial_62

      À sua disposição para outros esclarecimentos

      Wagner Munhoz